Coqueiros e Itaguaçu de ponta a ponta
Franklin Cascaes
Historiador e Folclorista“aos que me contaram estórias e histórias; aos que me acolheram com o valor cultural do calor humano; aos que me hostilizaram, a todos enfim o meu obrigado”.
— Francolino

Franklin Cascaes nasceu em 16 de outubro de 1908 em Itaguaçu, município de São José (SC) e faleceu a 15 de março de 1983, em Florianópolis. Expressou em forma de arte os estudos que realizou sobre a cultura de base açoriana, seus aspetos folclóricos, culturais, suas lendas e superstições. Para Francolino mito é a capacidade de trazer para realidade inteligível de modo único, numa pré-figuração do mistério que antecede a revelação. A sua força criativa encontra-se na capacidade de sua imaginação, a ponto de acrescentar elementos atuais às lendas da Ilha de Santa Catarina.

Boitatá
Este boitatá está passeando sobre a Ilha de Santa Catarina. É meia-noite. Ele está apreciando, de riba, as sessenta praias que ela possui, brancas quiném jasmim. Para afugentá-lo a pessoa que o avista deve chamar a outra que estiver mais perto e gritar assim: “Zenobra, trás a corda do sino mode amarrar o boitatá, que lele anda por aqui!” Ele foge imediatamente do mundo fascinante da fantasia humana.
Franklin Joaquim Cascaes/Ilha de Santa Catarina Boitatá

Diz a lenda que as bruxas da região queriam fazer uma linda festa aos moldes da alta sociedade. O local para o encontro festeiro seria a praia do Itaguaçu, em Florianópolis, o mais belo cenário da terra.
Todos seriam convidados, os lobisomens, os vampiros e as mulas-sem-cabeça. Os mitos indígenas também compareceram, entre eles estavam os curupiras, os caiporas, os boitatás, e muitos outros.
Em assembléia, as bruxas decidiram não convidar o diabo pela razão de seu imenso fedor de enxofre e pelas atitudes anti sociais, pois ele exige que todas as bruxas lhe beijem o rabo como forma de firmar seu poder debochadamente absoluto. Diz a lenda que as bruxas da região queriam fazer uma linda festa aos moldes da alta sociedade. O local para o encontro festeiro seria a praia do Itaguaçu, em Florianópolis, o mais belo cenário da terra.
A orgia se desenrolava, quando surge de surpresa o diabo que entre raios e trovões, raivosamente irritado pela atitude marginalizante das bruxas, as castiga, transformando-as em pedras grandes, que até hoje flutuam nas águas do mar verde e azul da praia do Itaguaçu.
Daí o nome do lugar na língua indígena:
ITA = Pedra + GUAÇU = Grande
Rota Gastronômica

A Via Gastronômica de Coqueiros se inicia logo após atravessar a Ponte Colombo Salles, que liga a ilha à parte continental da cidade. Ela abrange os restaurantes localizados nos bairros Coqueiros e Itaguaçu com grande diversidade de comidas que vão desde culinária local até opções mexicanas, peruanas, japonesas, entre outras. Quem visita esses estabelecimentos tem ainda o prazer de apreciar a encantadora vista para a Baía Sul de Florianópolis.

Telefone: (48) 3249-0402

Telefone: (48) 3204-8652
Lazer
Domingo é dia de Ciclovia
Aos domingos, das 09:00h às 17:00h, uma das faixas da avenida principal de Coqueiros é exclusiva para bicicletas, patinetes, patins e pedestres, pois ali foi criada a primeira Ciclofaixa de Domingo de Floripa, que liga o bairro Coqueiros à passarela de pedestres ponte e à ciclovia da Av Beiramar Continental.

O Parque
O Parque de Coqueiros foi construído por iniciativa da comunidade local, no Saco da Lama. Tem aproximadamente 50 mil metros quadrados, o parque é frequentado por gente de todas as idades, para os pequenos usufruem de um equipado parque infantil e para os adultos têm uma variedade de aparelhos e espaços para se exercitar ou apenas passear. Situado à beira da Baía Sul, o parque tem um pequeno lago com peixes e é bastante arborizado, com um generoso espaço para um bate-bola na grama. O parque conta com duas quadras de futebol de areia, um campo de futebol suíço, uma quadra de vôlei de praia e uma quadra de basquete, além de um estacionamento com capacidade para 700 veículos.
Livre e Gratuito

O Mirante


Mapa dos locais sitados para uma melhor locação.

